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Como surgiu a ideia de desenvolver este projeto?

Como surgiu a ideia de desenvolver este projeto?

Não posso começar a responder esta questão sem voltar há muito tempo e pensar em meus primeiros contatos com os surdos. Eu lembro que era uma jovem de 16 anos de idade, quando participei de um grupo de jovens em meu bairro e vi pela primeira vez uma comunidade surda na Igreja Católica de São Benedito, em Pilares.

Logo me interessei, mas ainda não era naquele tempo meu foco principal, por isso encaminhei-me para o grupo de jovens e lá permaneci durante anos e tive um querido amigo chamado Jorginho, que era surdo. Veja que interessante, ele não queria viver entre os surdos e por isso participava do nosso grupo , e eu, ouvinte, queria estar entre os surdos.

Mais tarde, fui para a universidade e fiz uma optativa de LIBRAS com a professora Mirna, durante um semestre, mas depois passei anos sem revisitar a língua. Mais uma vez, não era meu foco principal. Muitas coisas aconteceram comigo, estudei , trabalhei bastante, até que eu fui lecionar no Município do Rio de Janeiro e ao receber a minha primeira turma, havia três alunos surdos. No início, achei ótimo e queria mesmo conhecê-los, mas, quando chegaram em minha sala, percebi a dificuldade que eu teria dali por diante , pois eu não me recordava mais da LIBRAS e não tinha conhecimento, nem orientação especializada para desenvolver um trabalho digno com aquele grupo de jovens.

A partir de então, comecei ,com a ajuda da intérprete Lohanne, a pesquisar , participar de encontros, até que soube através de uma comunidade para professores da pós-graduação em Ed. Especial da UFF e, enfim, decidi o meu foco principal --- queria mesmo dar aula de Língua Portuguesa para surdos.


terça-feira, 22 de abril de 2014

HPV


HPV


O QUE É VÍRUS? http://www.suapesquisa.com/cienciastecnologia/virus.htm

BIOLOGIA TOTAL (VÍRUS) :  https://www.youtube.com/watch?v=55BCWNAVuFw


PRONUNCIAMENTO DO MINISTRO DA SAÚDE: https://www.youtube.com/watch?v=uN1joMbCIXc

CLIPE OFICIAL HPV: https://www.youtube.com/watch?v=moEGoeVSk44

MÉDICO FALA SOBRE HPV: https://www.youtube.com/watch?v=R6ybsVtZxNE

FOLHA DE SÃO PAULO: Sexo oral, HPV e câncer
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudiacollucci/2013/06/1289901-sexo-oral-hpv-e-cancer.shtml

GERAÇÃO SAÚDE: https://www.youtube.com/watch?v=Dp9hg00kb9w

ANIMAÇÃO:  O amor em tempos do HPV https://www.youtube.com/watch?v=OlHkABRvSwI
                                                                     https://www.youtube.com/watch?v=zai1R2bnEzs



sexta-feira, 11 de abril de 2014

 No passado, os surdos eram considerados incapazes de ser ensinados, por isso eles  não frequentavam  escolas.
 As pessoas surdas, principalmente as que não falavam, eram excluídas da sociedade, sendo proibidas de  casar, possuir ou herdar bens e viver como as demais pessoas. Assim, privadas de seus direitos básicos,  ficavam com a própria sobrevivência comprometida. 
 FONTE: http://educacaodesurdosnobrasil.blogspot.com.br/

segunda-feira, 9 de setembro de 2013



CLASSIFICADORES

A classificação da Libras
A classificação da Libras
Como algumas línguas orais e como várias línguas de sinais, a Libras possui classificadores, um tipo de morfema gramatical que é afixado a um morfema lexical ou sinal para mencionar a classe a que pertence o referente desse sinal, para descrevê-lo quanto à forma e tamanho, ou para descrever a maneira como esse referente é segurado ou se comporta na ação verbal. Os classificadores em línguas orais como o japonês e o navajo são sufixos dos numerais e dos verbos, respectivamente.

 Em Libras, como dificilmente se pode falar em prefixo e em sufixo porque os morfemas ou outros componentes dos sinais se juntam ao radical simultaneamente, preferimos dizer que os classificadores são afixos incorporados ao radical verbal ou nominal. Assim, referem-se à maneira como uma pessoa anda e como um animal anda.

 O classificador em andar (para pessoa) pode ser utilizado também com outros significados como 'duas pessoas passeando' ou 'um casal de namorados' (no caso das pontas dos dedos estarem voltadas para cima), 'uma pessoa em pé' (pontas dos dedos para baixo), etc. Este classificador é representado pela configuração de mãos em V. O classificador C pode representar qualquer tipo de objeto cilíndrico profundo como um copo, uma caixa, uma urna. 

Outros classificadores podem ser os morfemas representados pelas configurações de mão B e Y. O classificador B refere-se e descreve superfícies planas como mesa, parede, chão, etc. enquanto que o classificador Y refere-se e descreve objetos multiformes ou com formas irregulares, porém não planos nem finos. O classificador G1 é que é utilizado para descrever objetos finos e longos. Inúmeros são os classificadores em Libras, sua natureza semântica e sua função.


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado 
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/13489/a-classificacao-da-libras#ixzz2eQA2yyo2

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Nas garras da internet
      
Ferramenta colaborativa traz funções para auxiliar surdos no uso da rede. Entre as principais estão tradução do conteúdo para a língua brasileira de sinais e associação de imagens. 
      
Por: Camille Dornelles

 http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/02/nas-garras-da-internet

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Filme "Colegas" é primeiro longa protagonizado por atores Down

Produção venceu o prêmio de melhor roteiro do Festival de Paulínia de 2008 e também recebeu o Kikito de Melhor Longa Brasileiro no Festival de Gramado, em 2012

Foto: Divulgação
Foto:
"As pessoas precisam se informar mais para combater o preconceito", disse Ariel Goldenberg, um dos protagonistas de "Colegas"
 
 
Inspirados pelo filme "Thelma & Louise" (1991), três jovens Down (Ariel Goldenberg, Rita Pokk e Breno Viola) apaixonados por cinema vão em busca de seus sonhos e fogem com o carro do jardineiro (Lima Duarte) da instituição em que vivem. O desenrolar da história você poderá conferir no road movie "Colegas", dirigido por Marcelo Galvão.

Em entrevista ao EDUCAR PARA CRESCER, o cineasta carioca disse que resolveu escrever um roteiro para ser protagonizado por atores Down porque na infância convivia com um tio Down. "Sempre fui apaixonado pelo jeito como ele enxergava o mundo. A pureza, o carinho e amor que ele transmitia a todos que o cercavam, sempre de forma bem humorada, era algo que quis passar adiante", contou.

Ao colocar jovens Down como protagonistas, o filme lança luz à questão da Síndrome de Down, mas não há preocupação em discorrer sobre a importância da inclusão, pelo contrário, ele simplesmente inclui. Galvão quer fazer com que o público, ao assistir o filme, embarque em uma aventura, esquecendo que os atores principais têm síndrome de Down. "Se isso acontecer, estaremos realmente dando um grande passo para a inclusão social", espera.

Sobre o trabalho com os atores Breno Viola, Ariel Goldemberg e Rita Pokk, o diretor elogiou a desenvoltura, capacidade de concentração, dedicação e, sobretudo, a noção de responsabilidade e comprometimento deles com todos da equipe do filme.

Depois de seis anos o projeto foi finalizado, mas encontrou dificuldades para ser lançado no circuito comercial. Galvão comentou que o preconceito atrapalhou a captação de patrocínio. Ao apresentar o projeto para empresas, elas respondiam não ter interesse em associar a marca a um filme com pessoas com síndrome de Down. Para ele, isso mostra que a teoria ainda está distante da prática, já que geralmente "o discurso corporativo atual valoriza temas como responsabilidade e inclusão social", desabafa.
O filme levou o Kikito de Melhor Longa-metragem Brasileiro no Festival de Gramado 2012, além de ser premiado também com o Kikito de Melhor Direção de Arte e com um prêmio especial concedido pelo júri a cada um dos três protagonistas. Felizmente, o filme já tem data de estreia: 01 de março de 2013, distribuído pela Europa Filmes.